O ano é 2020, pós carnaval, época de festejos e alegria por todo nosso país de repente a notícia de um novo vírus começa a tomar corpo e ser veiculada em todas as mídias nacionais, não se fala em outra coisa, mas tudo bem, estamos em 2020, nunca fomos tão tecnológicos, tão desenvolvidos, tão produtivos, tão vulneráveis. Hoje, outubro do mesmo ano após mais de 7 meses em um período conturbado, obscuro de pandemia, são mais de 1 MILHÃO de mortos, vidas que como um sopro, se foram e deixaram apenas saudades. O vírus, SARS COVID-19, incolor, insípido, inodoro, invisível, seu tamanho? Microbiológico! Derrubou um globo terrestre, atingiu absolutamente TODA população mundial sem sabermos como nos defender, infelizmente, levou nossos irmãos.

Eu pergunto para quem eu conheço sempre em forma de brincadeira: “você tem seguro? Para que você coloca seguro no seu carro, celular, imóvel, vida?”. A resposta é unânime? “Ué, eu não sei o que pode acontecer, não tenho bola de cristal, não posso prever o futuro. Tenho que me respaldar para que em caso de sinistro eu fique literalmente seguro.” De acordo com um artigo na revista apólice a venda dos seguros de vida aumentaram 136% após o advento da pandemia. Me chama atenção pois o ser humano tende somente a tomar atitudes quando o sinistro já ocorre, geralmente não se faz a ação preventiva.

COM A ELETRICIDADE NÃO É DIFERENTE!

Ela é insipida, inodora, incolor, não faz barulho e não a enxergamos. Quando ocorre um sinistro, geralmente o preço que pagamos é alto. Nossa conta de luz aumenta, nossos equipamentos quebram, nossos equipamentos sobrecarregam, nossa produção para e no pior dos casos, perdemos alguém que faz parte da nossa vida.

De acordo com as normas brasileiras, conhecidas como NBR, somos direcionados a proteger nossos sistemas contra alguns fenômenos:

  • Sobrecargas e curto circuito – É orientada a utilização dos disjuntores para atuarem em caso de sobretemperatura dos cabos e em curto circuito por conta da alta corrente que ocorre quando isso ocorre.
  • Fuga de energia – É orientada a utilização de dispositivo residuais que tem como objetivo desarmar em caso de fuga de energia.
  • Surtos de tensão – É orientada a utilização de supressores de surtos capazes de proteger contra este fenômeno.

É sobre este terceiro item que vou falar sobre hoje.

Transiente, em engenharia elétrica, é um surto de tensão elétrica que ocorre em um intervalo de tempo muito pequeno.

Existem duas formas de os TRANSIENTES serem gerados, via perturbações externas (Raios, surtos de manobra) ou via resposta do próprio circuito eletrônico ao chaveamento.



Para proteção a esses fenômenos foi criado o DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos). Eles possuem 3 classes:

Classe I – Dispositivos capazes de drenar parte da corrente proveniente de um Raio. Geralmente instalados nos QGBTs da instalação. Utilizados em ambientes expostos a descargas atmosféricas.

Classe II – Dispositivo com capacidade de drenar correntes induzidas nas edificações. Utilizados nos quadros secundários de distribuição.

Classe III – Dispositivos destinados à proteção fina dos equipamentos. São utilizados diretamente nos quadros dos equipamentos.

micromeros produto exclusivo da as3 para te colocar à ciência do que ocorre em seus ativos.



O que acontece é que a tecnologia dos equipamentos foi aumentando e a proteção elétrica acabou não acompanhando tal avanço tecnológico e geralmente são utilizados DPS convencionais nos sistemas de proteção.

Hoje 80% das causas dos surtos e transientes são provenientes das proprias instalações. Nossos sistemas afetando os nossos sistemas.

O que não nos informam é que a tensão residual (aquela que o DPS convencional deixa passar à carga) é grande ao ponto de não garantirem literalmente a proteção dos equipamentos.

Eu, após anos de pesquisa, conheci a Sine Tamer, representada aqui no Rio de Janeiro pela AS3 Engenharia.


Seus Supressore de Surtos GARANTEM a menor tensão residual do mercado, além de evitar paradas de processo de produção e queimas desnecessárias por transientes.


E aqui fica meu questionamento.

Você realmente protege sua empresa ou está somente com a falsa impressão de proteção quando utiliza nobreaks, dps, filtros e estabilizadores na sua instalação?

Grande abraço,

Mateus Pimentel

Deixe seu comentário